E das cores que eu vejo,
Das palavras que não escrevo,
Da realidade que eu não vivo,
Transformo em sonho.
Do orgulho que não venço,
Da paixão que eu não tenho,
Do inalcançável e ainda incansável,
Faço melodia, que ninguém escuta e que não existe
É transparente.
De turbilhão a turbilhão vejo a chuva caindo.
A sinto como um choro que nunca cessa.
(Coisas que a gente escreve e não sabe nem o porquê. Inacabado, ruim e escrito em menos de 10 minutos num terminal de ônibus.)
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