Forçando um choro ao contrário
Que é pra ninguém ouvir
Pra ninguém ver
Pra ninguém perguntar
Eu sei que isso não vai me matar
Mas ainda assim corroi
E eu vou achar bobo daqui algum tempo
Mas agora me machuca
Esse vazio e essa pressão
Esse frio e as suas mãos como lembrança
Inválida por sinal.
Boba. Mil vezes boba.
Bobagem sou eu
Bobagem fui eu acreditar
Vou explodir.
segunda-feira, 16 de julho de 2012
domingo, 15 de julho de 2012
Limão
E eu só queria as tuas mãos gelando as minhas agora
Por mais que essa ilha seja fria e o vento mais forte na tua morada.
Queria me apoiar no teu ombro sempre que possível
Me aquecer no teu abraço, agasalho e cobertor.
Rir de lutas infames e continuar com a tua mão na minha.
Queria estar contigo agora
E depois, e depois de depois
Pois, só assim eu me sinto completa.
Não sei se isso foi só mais uma tentativa ilusória,
Ou sinal de algo, só tenho certeza de que
Quero as nossas mãos juntas outra vez.
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